AÇÃO: Israel bombardeia 6.000 pessoas refugiadas abrigadas numa escola - EMAIL para deputados
(lista de e-mails no fim do post)
Assunto: Israel bombardeia 6.000 pessoas refugiadas abrigadas numa escola
Caro/a [nome do/a deputado/a],
Escrevo-lhe na sequência da última atrocidade cometida pelas forças israelitas em Gaza. Na madrugada de 10 de agosto, aviões militares israelitas atacaram a escola Al-Taba'een na cidade de Gaza, matando mais de 100 pessoas palestinianas durante as orações da manhã. A escola, onde mais de 6.000 pessoas deslocadas procuraram refúgio, tornou-se um cenário de horror inimaginável quando Israel atingiu o edifício com 3 mísseis.
A força do bombardeamento deixou as pessoas irreconhecíveis. De acordo com testemunhas e imagens de vídeo que circulam, a área está repleta de pedaços de corpos, tornando quase impossível aos paramédicos identificar qualquer um dos mortos. "A zona da escola está pejada de cadáveres e de pedaços de corpos. É muito difícil para os paramédicos identificarem um cadáver inteiro. Há um braço aqui, uma perna ali. Os corpos estão desfeitos em pedaços".
Este ataque não é um incidente isolado. No último mês, Israel tem feito dos bombardeamentos de escolas uma ocorrência quase diária, levando à morte de centenas de civis inocentes, incluindo crianças. Só nos primeiros dez dias de agosto, foram alvejadas nove escolas e, em muitos destes bombardeamentos, mais de 80% das vítimas mortais e feridas eram crianças.
Em 10 meses, Israel bombardeou mais de 150 escolas em Gaza e matou mais de 42.000 civis. Não houve qualquer ação decisiva da comunidade internacional para responsabilizar Israel por estes crimes de guerra, apesar de a ONU ter concluído que está a ocorrer um "extermínio".
Devem ser imediatamente aplicadas sanções contra Israel para impor um cessar-fogo. Isto inclui um embargo de armas e um embargo comercial nos dois sentidos. Isto também servirá para pressionar Israel a pôr termo à sua ocupação ilegal e ao seu apartheid, tal como foi recentemente solicitado por Haia. Para garantir a segurança futura das pessoas palestinianas na sequência destes graves crimes contra a humanidade, temos de reconhecer urgentemente o Estado palestiniano.
Ponha termo a estes crimes de guerra e responsabilize os seus autores. As palavras nunca foram suficientes perante o genocídio e o apartheid. O mundo está a ver e a história recorda-se.
A cidadã/O cidadão,
[O teu nome]
[A tua localidade]
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(via humantiproject)
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